quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Um bom livro com a temática "suicídio"

Eu já li alguns bons livros que tratam, de alguma forma, do suicídio. Com isso, em virtude do mês de setembro, mais especificamente, da campanha de prevenção ao suicídio Setembro Amarelo, decidi indicar um livro para vocês que tem suicídio como tema central.


Sinopse: Um tema amargo, mas necessário. Em Meu coração e outros buracos negros, a estreante Jasmine Warga apresenta aos leitores um romance adolescente que aborda, de forma aberta, honesta e emocionante, o suicídio. Aysel, a protagonista, enfrenta problemas com a família e os colegas de escola, como tantos jovens por aí, e, aos 16 anos, planeja acabar com a própria vida. Mas quando ela conhece Roman num site de suicídio, em busca de um cúmplice que a ajude a planejar a própria morte, num pacto desesperado, a vida dos dois literalmente vira de cabeça para baixo. Aos poucos, Aysel percebe que seu coração ainda é capaz de bater alegremente. E ela precisará lutar por sua vida, pela vida de Roman e pelo amor que os une, antes que seja tarde.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Aceite e siga


Vamos tentar aceitar e seguir?

Pensei numa forma não clichê de começar a escrever este texto, mas não achei nenhuma, portanto: algumas coisas da vida são-nos inexplicáveis. Olha, eu nem sei se este “são-nos” está correto. Eu não entendo tão bem de gramática assim e não faço questão de esconder isso, mesmo que eu seja uma quase graduada em Letras. Me processem, se quiserem. Mas saibam que eu sei interpretar texto! E se você precisar de uma professora de gramática, eu vou me virar e reaprenderei tudo o que eu vi na graduação num instantinho, eu sou muito dedicada. De todo modo, o processo não vai dar em nada. Processo, justiça... Isso não funciona bem por aqui, você sabe. 

Resenha: Uma noite como esta - Julia Quinn (Quarteto Smythe-Smith #2)

Sinopse: Daniel Smythe-Smith passou três anos exilado na Itália depois de um duelo com seu amigo, o gênio matemático Hugh Prentice, e quase o fez perder uma perna. Com isso o pai de Hugh, Lorde Ramsgate, o ameaçou dizendo que se ele não saísse do país seria morto, mas um dia ele recebe a visita de seu amigo, que o libera para voltar à Inglaterra...
Ele volta justamente no dia da apresentação do Quarteto, mas encontra uma pessoa diferente ao piano (já que sua prima Sarah fingiu estar doente para não participar, Anne Wynter, a governanta das irmãs dela a substituiu), ao olhar para ela, ele fica encantado e, ao final da tortura apresentação ele corre para encontrá-la. Ao vê-la, não resiste e a beija, mesmo sem conhecê-la direito e ela, depois de um tempo escapa dele e se esconde.
Por falar em se esconder, Anne Wynter (ou melhor, Annelise Shawcross) esconde seu passado de todos, pois ela teve que se afastar de sua família, após ser enganada e humilhada por seu amado, que prometeu se casar com ela, sendo que na verdade já estava comprometido com uma mulher mais rica. Além de ter perdido a virgindade, o que já era terrível, ainda leva toda a culpa pelo que aconteceu, e por isso, ela não pode mais ter contato com a família e ela é levada para viver como governanta numa residência na Ilha de Man. Depois de um tempo, Anne foi contratada para cuidar das meninas Pleinsworth, primas de Daniel. E apesar da tentativa de manter seu passado oculto, a Lady Pleinsworth desconfiava que ela era de origem nobre e tinha motivos para negar sua criação.
Daniel, ao saber que Anne é a governanta de suas primas, resolve ir sempre à casa Pleinsworth sob o pretexto de vê-las, e sempre ia passear com elas, porque sabia que ela iria junto. E, com isso eles vão ficando cada vez mais apaixonados, mesmo que ela não adimita. Mas, o que ele não sabe, é que os segredos de Anne, vão além do tipo de criação que teve, e que agora, mais do que nunca, precisará conhecer o seu passado, pois ambos estão correndo perigo, e, desta vez, não tem nada a ver com o Lorde Ramsgate ou o duelo.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Precisamos conversar sobre gratidão - #ESM Setembro


Precisamos conversar sobre... gratidão.

Nesse mundo louco, muitas coisas me abominam, e a ingratidão, é uma dessas coisas. Eu respiro fundo, fixo o olhar numa parede clara e começo a refletir: não é possível, não é possível, não é possível que existam pessoas que não conhecem ou ignoram o significado da gratidão. E não, não estou falando da definição do dicionário, estou falando sobre sentir. Precisamos ser gratos.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Doze horas de terror - Marcos Rey (Vaga-Lume #08)


Dessa vez, eu trouxe um vídeo sobre o livro Doze horas de terror, do Marcos Rey, para a coluna em que falo um pouquinho sobre os livros da série Vaga-Lume:


Me contem nos comentários o que vocês acharam do vídeo, se gostaram da indicação, se já leram algum livro da série, etc. Beijocas! 💚